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Intelligence

Análise

97% das empresas brasileiras não cabem no benchmark que você usa para se comparar

As pesquisas de prática comercial mais citadas começam a amostra em 21 funcionários. O IBGE mostra quantas empresas ficam abaixo disso, e o número que impede a leitura fácil.

Por Redação ELEX IntelligenceRevisão de Abner Macedo3 min de leitura
Empresas com até 19 pessoas ocupadas97,3%
Empresas com 20 ou mais2,7%

Distribuição das empresas brasileiras por porte, e o recorte que a maior parte dos benchmarks de mercado usa.

A pesquisa de prática comercial mais citada do setor declara amostra a partir de 21 funcionários, com 70% dos respondentes acima de 100. Fomos ao CEMPRE do IBGE medir quantas empresas brasileiras ficam abaixo desse corte: 97,29%, ou 10,3 milhões de 10,6 milhões. Só que o dado tem um segundo número, e ele impede a conclusão fácil: essas mesmas empresas respondem por apenas 36% do pessoal ocupado e 12% da massa salarial. O benchmark não descreve mal a economia. Descreve mal a empresa típica, e são coisas diferentes.

Toda pesquisa de mercado tem um piso de amostra. Quase ninguém procura qual é.

A pesquisa de prática comercial mais citada do setor declara a metodologia com franqueza incomum: painel de terceiros, duplo anonimato, 27 países. E, na página 39, o quadro de porte da amostra: a menor faixa começa em 21 funcionários, e 70% dos respondentes estão em empresas de 101 pessoas para cima.

É informação honesta, publicada, e que quase nunca aparece quando o número dessa pesquisa é citado numa reunião.

A pergunta seguinte é aritmética. Quantas empresas brasileiras ficam abaixo desse corte?

O número

O IBGE mantém o Cadastro Central de Empresas, e ele responde direto. Em 2024, o Brasil tinha 10.607.110 empresas e outras organizações ativas. Nas faixas de até 19 pessoas ocupadas: 10.319.827.

São 97,29%.

Dito de outro jeito: de cada cem empresas brasileiras, noventa e sete não teriam sido convidadas a responder. E a concentração é ainda mais extrema no início: 85% de todas elas ocupam de zero a quatro pessoas.

A distribuição não é concentrada: é concentrada no primeiro degrau

Cada faixa é menor que a anterior. O corte de 21 funcionários que as pesquisas usam cai entre a terceira e a quarta barra, e deixa de fora tudo que está acima dele no desenho.

A faixa de zero a quatro inclui empresas sem nenhum empregado, em que o pessoal ocupado é o próprio dono.

IBGE, Cadastro Central de Empresas, tabela 7528, 2024. Percentual sobre 10.607.110 empresas e outras organizações.

Ver os números
CategoriaEmpresas (%)
0 a 4 pessoas85,04
5 a 98,37
10 a 193,88
20 a 291,01
30 a 490,72
50 a 990,49
100 a 2490,26
250 a 4990,11
500 ou mais0,11

O número que impede a conclusão fácil

Aqui a análise poderia parar, e seria uma análise ruim.

Porque a mesma tabela traz o contrapeso. As 2,71% de empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas respondem por 63,95% do pessoal ocupado e 87,98% da massa salarial.

A mesma faixa que tem 85% das empresas tem 2,8% da folha

A última faixa inverte tudo: 0,11% das empresas e 61,59% da folha de pagamento do país.

Participação na massa salarial

A marca vertical é a participação na massa salarial. Onde ela está muito à esquerda da barra, a faixa tem muitas empresas e pouca folha.

IBGE, tabela 7528, 2024. Participação de cada faixa no total de empresas e no total de salários e outras remunerações.

Ver os números
CategoriaParticipação nas empresas (%)Participação na massa salarial (%)
0 a 4 pessoas85,042,77
5 a 98,374,1
10 a 193,885,15
20 a 291,012,9
30 a 490,723,64
50 a 990,495,11
100 a 2490,267,37
250 a 4990,117,36
500 ou mais0,1161,59

Ou seja: a pesquisa não ignora a economia brasileira. Ela cobre exatamente o recorte onde está a maior parte do emprego formal e quase toda a folha de pagamento. Quem constrói o benchmark sabe o que está fazendo.

O que ela não descreve é a empresa típica. E benchmark serve justamente para alguém se comparar, o que exige que o "alguém" esteja no mesmo universo.

O que o benchmark não vê porque não há quem responder

Há um número no CEMPRE que explica por que essas empresas não aparecem em pesquisa de prática comercial, e não é o porte.

Na faixa de zero a quatro pessoas ocupadas, apenas 18,1% do pessoal é assalariado. (confirmado) ConfirmadoFatoTabela 7528, ano 2024, Brasil. Faixa "0 a 4": pessoal ocupado total 13.379.024, pessoal ocupado assalariado 2.427.887. Faixa "500 ou mais": pessoal ocupado total 26.270.348, pessoal ocupado assalariado 26.255.532.Cadastro Central de Empresas, tabela 7528: empresas e outras organizações, pessoal ocupado e salários, por faixas de pessoal ocupadoIBGE · nível A, primáriaA diferença não mede informalidade: mede composição. Sócio que trabalha na própria empresa é pessoal ocupado e não é assalariado, e isso é registro correto, não irregularidade. Os outros 82% são os próprios donos. Não é uma empresa pequena com poucos funcionários: na maior parte dos casos, é uma pessoa trabalhando para si.

Pesquisa de prática comercial pergunta sobre time de vendas, processo de qualificação, ferramenta de CRM e meta por representante. Numa operação sem assalariado, quase nenhuma dessas perguntas tem resposta. A exclusão pelo porte não é só um recorte de amostra: é o reconhecimento de que abaixo de certo tamanho a pergunta muda.

Isso não torna o benchmark mais útil para quem está embaixo do corte. Torna a comparação mais claramente sem sentido.

Salário médio mensal, por porte da empresa

Nove faixas, nenhuma inversão. Quanto maior a empresa, maior o salário médio, sem exceção.
R$ 2.027,87R$ 2.180,23R$ 2.372,30R$ 2.587,49R$ 2.821,79R$ 3.174,82R$ 3.767,22R$ 4.021,54R$ 5.047,07
0 a 45 a 910 a 1920 a 2930 a 4950 a 99100 a 249250 a 499500+

0 a 4 · R$ 2.027,87 500+ · R$ 5.047,07

A média é apurada sobre os assalariados. Na faixa de zero a quatro pessoas, isso são 18,1% do pessoal ocupado: o restante são sócios, que não recebem salário.

IBGE, tabela 7528, variável 10143, 2024.

Ver os números
CategoriaSalário médio mensal (R$)
0 a 42.027,87
5 a 92.180,23
10 a 192.372,3
20 a 292.587,49
30 a 492.821,79
50 a 993.174,82
100 a 2493.767,22
250 a 4994.021,54
500+5.047,07

Uma ressalva sobre o nosso próprio número

O corte de 21 não existe na estatística. As faixas do IBGE são "10 a 19" e "20 a 29", e 21 cai dentro da segunda. Usamos "até 19" e declaramos a aproximação em vez de forçar precisão que o dado não tem.

A consequência joga a favor da prudência: como parte da faixa "20 a 29" tem entre 20 e 21 pessoas, a proporção real abaixo de 21 é um pouco maior que 97,29%. O número publicado aqui é o piso.

Há uma segunda ressalva, e ela puxa para o outro lado. O CEMPRE conta "empresas e outras organizações", incluindo entidades sem fins lucrativos e órgãos públicos. Isso infla o denominador, e infla justamente a ponta pequena, que é a que a nossa conclusão já favorece. Restringir a empresas mercantis reduziria o total e manteria a proporção na mesma ordem de grandeza, mas não medimos isso.

O que fazer com isso

Não é "ignore benchmarks". É uma verificação de dez segundos antes de usar um.

Procure na pesquisa o recorte de porte da amostra. Ele costuma estar na seção de metodologia, e quando não está, isso também é informação: número sem recorte declarado não serve para decisão nenhuma.

Se o recorte estiver lá e a sua empresa ficar fora dele, o número continua útil, como referência de direção, nunca como meta. A distância entre o seu indicador e o do benchmark, nesse caso, mede principalmente a distância entre dois universos, e não o seu desempenho.

Decisão

Antes de comparar qualquer indicador seu com média de mercado, procure na pesquisa o recorte de porte da amostra. Se ele não estiver declarado, o número não serve para a sua decisão. Se estiver e sua empresa ficar fora dele, o número descreve outro universo. Use como referência de direção, e nunca como meta.

O que ainda não sabemos

Não medimos o recorte de porte de cada pesquisa do setor: partimos de uma, a da Salesforce, cuja metodologia é pública. Não sabemos quantas outras declaram o recorte. Não medimos setor, região nem maturidade, que também separam universos. E não testamos se prática comercial que funciona em empresa de 50 pessoas funciona em empresa de 8. O dado mostra que isso precisa ser testado, não que a resposta seja não.

Alegações e evidências

Em 2024, o Brasil tinha 10.607.110 empresas e outras organizações ativas, e 10.319.827 delas, 97,29%, ocupavam até 19 pessoas.

Evidência, Fato, confirmado
Fonte
Cadastro Central de Empresas, tabela 7528: empresas e outras organizações, pessoal ocupado e salários, por faixas de pessoal ocupado · IBGE
Nível
A, fonte primária
Evidência
Tabela 7528, variável 2585 (número de empresas e outras organizações), ano 2024, Brasil: Total 10.607.110 · faixa "0 a 4" 9.020.033 · faixa "5 a 9" 888.339 · faixa "10 a 19" 411.455. (SIDRA tabela 7528, variável 2585, classificação 319 (faixas de pessoal ocupado). Soma das três primeiras faixas: 10.319.827, que é 97,29% do total. Consulta reproduzível: https://apisidra.ibge.gov.br/values/t/7528/n1/all/v/2585,707,662/p/last%201/c319/all)
Contraponto
O CEMPRE conta empresas e "outras organizações", o que inclui entidades sem fins lucrativos e órgãos públicos. Para a leitura de mercado isso infla o denominador, mas infla justamente a ponta pequena, que é a que a conclusão já favorece. Restringir a empresas mercantis reduziria o total e manteria a proporção na mesma ordem de grandeza.
Checado
4 de agosto de 2026

As empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas são 2,71% do total, mas respondem por 63,95% do pessoal ocupado e 87,98% da massa salarial.

Evidência, Fato, confirmado
Fonte
Cadastro Central de Empresas, tabela 7528: empresas e outras organizações, pessoal ocupado e salários, por faixas de pessoal ocupado · IBGE
Nível
A, fonte primária
Evidência
Tabela 7528, ano 2024, Brasil. Pessoal ocupado total: 68.039.600, sendo 24.529.265 nas faixas até 19 pessoas. Salários e outras remunerações: 2.783.662.515 mil reais, sendo 334.625.807 nas faixas até 19 pessoas. (SIDRA tabela 7528, variáveis 707 (pessoal ocupado total) e 662 (salários e outras remunerações), classificação 319. Consulta reproduzível: https://apisidra.ibge.gov.br/values/t/7528/n1/all/v/2585,707,662/p/last%201/c319/all)
Contraponto
Este número enfraquece a leitura fácil de que as pesquisas ignoram a economia brasileira. Elas não ignoram: cobrem o recorte onde está a maior parte do emprego formal e quase toda a folha. O que elas não descrevem é a empresa típica.
Checado
4 de agosto de 2026

A concentração é ainda mais extrema no início da distribuição: 85,04% de todas as empresas brasileiras ocupam de zero a quatro pessoas.

Evidência, Fato, confirmado
Fonte
Cadastro Central de Empresas, tabela 7528: empresas e outras organizações, pessoal ocupado e salários, por faixas de pessoal ocupado · IBGE
Nível
A, fonte primária
Evidência
Tabela 7528, variável 2585, ano 2024, Brasil: faixa "0 a 4" com 9.020.033 de um total de 10.607.110. (SIDRA tabela 7528, variável 2585, faixa "0 a 4". Consulta reproduzível: https://apisidra.ibge.gov.br/values/t/7528/n1/all/v/2585,707,662/p/last%201/c319/all)
Checado
4 de agosto de 2026

As faixas do IBGE não permitem cortar exatamente em 21 pessoas: a estatística agrupa "10 a 19" e "20 a 29", e o corte de 21 cai dentro da segunda faixa.

Evidência, Fato, confirmado
Fonte
Cadastro Central de Empresas, tabela 7528: empresas e outras organizações, pessoal ocupado e salários, por faixas de pessoal ocupado · IBGE
Nível
A, fonte primária
Evidência
Classificação 319 (faixas de pessoal ocupado), categorias: 0 a 4 · 5 a 9 · 10 a 19 · 20 a 29 · 30 a 49 · 50 a 99 · 100 a 249 · 250 a 499 · 500 ou mais. (SIDRA tabela 7528, metadados da classificação 319 (faixas de pessoal ocupado). Consulta reproduzível: https://apisidra.ibge.gov.br/values/t/7528/n1/all/v/2585,707,662/p/last%201/c319/all)
Contraponto
A consequência é a favor da prudência: como parte da faixa "20 a 29" tem entre 20 e 21 pessoas, a proporção real de empresas abaixo do corte de 21 é ligeiramente MAIOR que os 97,29% calculados. O número publicado é o piso, não o teto.
Checado
4 de agosto de 2026

Um benchmark construído sobre empresas de 21 pessoas para cima descreve corretamente onde está o emprego e a folha, e incorretamente a empresa brasileira típica, de modo que comparar-se a ele só faz sentido depois de saber em qual dos dois universos a sua empresa está.

Evidência, Inferência da ELEX, fortemente sustentado
Fonte
Cadastro Central de Empresas, tabela 7528: empresas e outras organizações, pessoal ocupado e salários, por faixas de pessoal ocupado · IBGE
Nível
A, fonte primária
Evidência
Decorre da combinação dos dois números medidos: 97,29% das empresas ficam abaixo do corte, e as 2,71% acima concentram 63,95% do pessoal ocupado e 87,98% dos salários. (Inferência sobre os dados da tabela 7528, não citação)
Contraponto
A inferência trata de representatividade estatística, não de utilidade. Prática comercial que funciona numa empresa de 50 pessoas pode funcionar numa de 8, o que o dado mostra é que isso precisa ser testado, não presumido pela autoridade do benchmark. E o recorte de porte é só um dos eixos: setor, região e maturidade também separam universos, e não foram medidos aqui.
Checado
4 de agosto de 2026

Na pesquisa de prática comercial da Salesforce, a menor faixa de porte da amostra começa em 21 funcionários, e 70% dos respondentes estão em empresas de 101 pessoas para cima.

Evidência, Fato, confirmado
Fonte
State of Sales Report, 6ª edição · Salesforce
Nível
A, fonte primária
Evidência
Company Size SMB (21–100 employees) ... 30% MM (101–3,500 employees) ... 50% ENT (over 3,500 employees) ... 20% (Página 39 do relatório, seção "Survey Demographics", quadro de porte. São três faixas, não cinco. As reticências marcam a linha pontilhada que liga rótulo e percentual no original.)
Interesse
A Salesforce vende CRM e ferramentas de vendas. A pesquisa cobre o mercado que ela atende e sustenta a própria oferta. É primária para o que a Salesforce afirma e para a metodologia que declara, não para conclusão neutra sobre prática comercial.
Contraponto
A Salesforce vende CRM e a pesquisa cobre o mercado que ela atende. Mas o recorte de porte é dado declarado sobre a própria amostra, não conclusão sobre o mercado, e declarar o recorte é justamente o que a maior parte das pesquisas de fornecedor não faz. A transparência aqui é a favor dela.
Checado
4 de agosto de 2026

A distribuição de empresas por porte no Brasil não é apenas concentrada, é concentrada no primeiro degrau: 85,04% ocupam de zero a quatro pessoas, 8,37% de cinco a nove, e cada faixa seguinte é menor que a anterior, até 0,11% com 500 ou mais.

Evidência, Fato, confirmado
Fonte
Cadastro Central de Empresas, tabela 7528: empresas e outras organizações, pessoal ocupado e salários, por faixas de pessoal ocupado · IBGE
Nível
A, fonte primária
Evidência
Tabela 7528, variável 2585, ano 2024, Brasil, por faixas de pessoal ocupado: 0 a 4 = 9.020.033 · 5 a 9 = 888.339 · 10 a 19 = 411.455 · 20 a 29 = 107.121 · 30 a 49 = 76.615 · 50 a 99 = 52.204 · 100 a 249 = 27.938 · 250 a 499 = 11.278 · 500 ou mais = 12.127. Total 10.607.110. (SIDRA tabela 7528, variável 2585, classificação 319. Consulta reproduzível: https://apisidra.ibge.gov.br/values/t/7528/n1/all/v/2585,707,708,662,1606,10143/p/last%201/c319/all)
Contraponto
A faixa "0 a 4" inclui empresas sem nenhum empregado, em que o pessoal ocupado é o próprio dono. Ler a distribuição como se fossem 9 milhões de empregadores em potencial é o erro simétrico ao do benchmark que os ignora.
Checado
4 de agosto de 2026

Na faixa de zero a quatro pessoas ocupadas, apenas 18,1% do pessoal é assalariado: são 2.427.887 assalariados para 13.379.024 pessoas ocupadas. Na faixa de 500 ou mais, a proporção é de 99,9%.

Evidência, Fato, confirmado
Fonte
Cadastro Central de Empresas, tabela 7528: empresas e outras organizações, pessoal ocupado e salários, por faixas de pessoal ocupado · IBGE
Nível
A, fonte primária
Evidência
Tabela 7528, ano 2024, Brasil. Faixa "0 a 4": pessoal ocupado total 13.379.024, pessoal ocupado assalariado 2.427.887. Faixa "500 ou mais": pessoal ocupado total 26.270.348, pessoal ocupado assalariado 26.255.532. (SIDRA tabela 7528, variáveis 707 (pessoal ocupado total) e 708 (pessoal ocupado assalariado), classificação 319. Consulta reproduzível: https://apisidra.ibge.gov.br/values/t/7528/n1/all/v/2585,707,708,662,1606,10143/p/last%201/c319/all)
Contraponto
A diferença não mede informalidade: mede composição. Sócio que trabalha na própria empresa é pessoal ocupado e não é assalariado, e isso é registro correto, não irregularidade.
Checado
4 de agosto de 2026

O salário médio mensal sobe de forma contínua com o porte da empresa, de R$ 2.027,87 na faixa de zero a quatro pessoas para R$ 5.047,07 na faixa de 500 ou mais, sem nenhuma inversão entre as nove faixas.

Evidência, Fato, confirmado
Fonte
Cadastro Central de Empresas, tabela 7528: empresas e outras organizações, pessoal ocupado e salários, por faixas de pessoal ocupado · IBGE
Nível
A, fonte primária
Evidência
Tabela 7528, variável 10143 (salário médio mensal em reais), ano 2024, Brasil: 0 a 4 = 2.027,87 · 5 a 9 = 2.180,23 · 10 a 19 = 2.372,30 · 20 a 29 = 2.587,49 · 30 a 49 = 2.821,79 · 50 a 99 = 3.174,82 · 100 a 249 = 3.767,22 · 250 a 499 = 4.021,54 · 500 ou mais = 5.047,07. (SIDRA tabela 7528, variável 10143, classificação 319. Consulta reproduzível: https://apisidra.ibge.gov.br/values/t/7528/n1/all/v/2585,707,708,662,1606,10143/p/last%201/c319/all)
Contraponto
O salário médio é calculado sobre os assalariados, então a faixa menor tem média apurada sobre 18% do seu pessoal ocupado. A escada é real, mas compara bases de composição diferente.
Checado
4 de agosto de 2026

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Fontes
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